Segundo Projeto com Certificação WELL do Brasil

Segundo projeto com Certificação WELL do Brasil, Escritório Sede da BR Properties contou com consultoria da StraubJunqueira

Focada em adquirir, arrendar, administrar, desenvolver e vender propriedades comerciais, incluindo escritórios, galpões industriais e locais de varejo, a BR Properties é uma das principais empresas de investimento imobiliário comercial no Brasil.

Por este motivo, sua sede localizada em São Paulo, com 1.200,00m2 e 60 ocupantes, serviu como piloto com o objetivo de estudar a viabilidade de aplicar a Certificação WELL a outros projetos de seu portfólio.

Para conduzir o processo de Certificação, a BR Properties contratou a StraubJunqueira, consultoria especializada WELL e pioneira no Brasil, que liderou todo o processo e equipe WELL.

O objetivo da BR Properties era alcançar a certificação o mais rápido possível, para tanto a equipe implementou o processo em três fases;

Fase 1 – Diagnóstico para verificar a viabilidade de implementação das estratégias e definição dos objetivos e metas, incluindo as pré-condições (obrigatórias à certificação). Nesta fase foram conduzidas reuniões semanais ao longo de 1 mês com as equipes de facilities e limpeza, o departamento de RH e o laboratório de análise de água e ar.

Fase 2 – Implementação das estratégias. Após resultados da fase 1, já com a definição dos objetivos traçados, toda a equipe sabia o que deveria ser feito para implementar as estratégias e alcançar as metas.

Fase 3 – Acompanhamento do processo de auditoria e verificação de desempenho, que no caso do WELL ocorre in-loco e no projeto da BRPR foram necessárias duas visitas. O acompanhamento foi feito até a emissão da certificação pelo IWBI.

É importante ressaltar que a equipe da BRPR e seus terceirizados estiveram comprometidos do início ao final do processo, garantindo assim o atendimento dos objetivos. Sem emprenho e comprometimento, dificilmente os objetivos teriam sido alcançados!

DESAFIOS
O projeto enfrentou um grande desafio com o Trihalometano (THM) na água. A legislação brasileira exige um mínimo de cloro dentro da água fornecida para os espaços e escritórios do prédio.

O THM é um subproduto de cloro e materiais orgânicos. O projeto estava no limite da norma brasileira, mas fora dos requisitos do WELL. Por isso, o projeto instalou um filtro de água muito eficiente para remover todas as impurezas e contaminantes da água potável.

RESULTADOS

  • Uma melhor qualidade da água e do ar dentro do escritório.
  • A iluminação circadiana e a biofilia tiveram um impacto muito positivo, proporcionando a todos os ocupantes um ambiente saudável e confortável para trabalhar e permanecer.
  • Outro bom impacto percebido foi na mudança positiva de comportamento dos ocupantes que passaram receber avisos periódicos sobre alimentação saudável e cuidados com a saúde física e mental.

Saiba mais

Como tornar as construções mais eficientes?

Em matéria divulgada pela AECWeb deste mês, nosso sócio Eduardo Straub dá sua opinião sobre como tornar as construções mais eficientes.

Leia abaixo o texto todo na íntegra.

Você sabe como tornar as construções mais eficientes?

O projeto deve minimizar o emprego de recursos naturais e a carga térmica instalada, oferecer conforto ambiental, ser exequível economicamente e reduzir ao mínimo os custos com operação e manutenção

“Não é tão simples definir o que é uma construção eficiente. A arquiteta Sandra Pinho Pinheiro, sócia diretora da consultoria de sustentabilidade Petinelli, defende que para receber tal nome, a edificação precisa atender adequadamente ao uso a que se destina e ser projetada de forma a minimizar o emprego de recursos naturais e a carga térmica instalada. “Além desses quesitos, o projeto deve ainda oferecer conforto ambiental aos usuários, ser exequível economicamente e reduzir ao mínimo os custos com operação e manutenção”, destaca.

Eduardo Straub, sócio da consultoria StraubJunqueira, relaciona o modelo ao Building Information Modeling (BIM), que visa a colaboração de todos os envolvidos nas fases de projeto, construção, operação e fabricação de materiais. “A ideia é que todos trabalhem juntos utilizando o mesmo modelo. O conceito do BIM integra não só o modelo em 3D para visualização ou detecção de interferências, mas também o planejamento, a extração de quantitativos, o orçamento, o gerenciamento de facilities, sustentabilidade e comissionamento”, detalha o engenheiro.

Por fim, fechando o ciclo, a sustentabilidade faz a integração de estratégias que pretendem minimizar os impactos ambientais das edificações e a qualidade de vida, o bem-estar e a saúde de seus ocupantes. A comprovação desse quesito é feita pelas certificações disponíveis no mercado, como o Leadership in Energy and Environmental Design (LEED), o processo AQUA-HQE, o selo WELL e o Referencial GBC Brasil CASA.

“O que acontece hoje no Brasil é que pouquíssimos projetos realmente utilizam o IPD como processo. E o BIM – quando empregado – é somente uma ferramenta de modelagem 3D”, lamenta Straub.

De acordo com Straub, para que a construção seja eficiente, ela deve alinhar o processo, o modelo e a sustentabilidade. Idealmente, o processo deve adotar o Integrated Project Delivery(IPD) ou Desenvolvimento Integrado de Empreendimentos. “O IPD procura integração, colaboração e compartilhamento de riscos de todos os players de um empreendimento. A ideia é justamente otimizar os resultados, aumentar o valor para o cliente e melhorar a eficiência nas fases de projeto, obra e fabricação dos materiais”, explica.

EFICIÊNCIA HÍDRICA

De modo geral, há uma série de medidas a serem incorporadas à construção para torná-la minimamente eficiente. Segundo Pinheiro, as soluções são aquelas que recuperam, conservam e/ou tratam, reutilizam e minimizam os recursos de água ou energia de forma parcial ou total. “A escolha da solução deve ser baseada na avaliação de seu impacto técnico, custo e desempenho, que pode ser projetado por softwares simuladores”, diz. Edificação eficiente não significa uma superposição de medidas ditas eficientes, mas aquela que apresenta resultados expressivos relativos à sinergia entre as soluções implementadas. “Infelizmente, essa visão distorcida tem contribuído para a percepção de que construções eficientes são mais caras”, declara a arquiteta.

Straub elenca algumas soluções para eficiência hídrica, como dispositivos de baixo consumo em mictórios, torneiras, descargas e chuveiros. Aproveitar a água da chuva para utilização em descarga, limpeza e irrigação também é válido e, se possível, reutilizar a água através de uma Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) instalada no projeto.

São bem-vindas, segundo o engenheiro, ações como medição periódica e checagem dos dados, não só da edificação, mas também dos subsistemas, como irrigação, água quente, aproveitamento de água pluvial e/ou reuso, a fim de identificar possíveis vazamentos e desperdícios. É importante também garantir a qualidade da água fornecida no empreendimento – responsabilidade da administração do condomínio ou do proprietário da edificação.

A edificação eficiente precisa atender adequadamente ao uso a que se destina, minimizar o emprego de recursos naturais e a carga térmica instalada, oferecer conforto ambiental aos usuários, ser exequível economicamente e reduzir ao mínimo os custos com operação e manutenção

Sandra Pinho Pinheiro

 

EFICIÊNCIA ENERGÉTICA

Straub lembra que a eficiência energética começa pelo projeto de arquitetura, que engloba a orientação do edifício em relação ao sol, as estratégias de iluminação e ventilação naturais que serão empregadas, o layout interno de acordo com o uso da edificação e até os materiais que compõem o isolamento externo, como fachadas e cobertura. “Tudo isso evita o aumento das cargas térmicas internas, que irão influenciar diretamente no uso do ar-condicionado e no conforto dos ocupantes”, observa.

O passo seguinte é a definição dos equipamentos eficientes que serão instalados, como lâmpadas com baixo consumo e sem mercúrio, como as de LED; os sistemas de ar-condicionado com COP (Coeficiente de Desempenho) ou EER (Índice de Eficiência de Energia) elevados; bombas com alto rendimento e equipamentos e dispositivos com a etiqueta Procel nível A.

O engenheiro recomenda a utilização de sistema termosolar para aquecimento de água, de sensores de presença em áreas comuns e de dimmers para integrar o sistema de iluminação artificial com a iluminação natural, além de desligamento automático de tomadas, entre outros recursos. “Medir e checar os dados das fontes de energia que abastecem o edifício é essencial para entender o consumo energético e identificar possíveis desperdícios”, afirma Straub. Por fim, o projeto pode prever a instalação de sistemas de geração renovável de energia, como os painéis fotovoltaicos.

Pinheiro confirma que a arquitetura passiva é a maior responsável por uma construção eficiente. Afinal, o projeto com essa concepção permite reduzir a carga térmica da edificação e aproveitar a luz natural, diminuindo a necessidade de sistemas energéticos mecânicos para assegurar o conforto. “Nesse sentido, os arquitetos são a solução para viabilizar economicamente qualquer tipologia de uso para o melhor desempenho ambiental”, opina.

A arquiteta vai além, afirmando que todas as disciplinas integradas com a arquitetura passiva devem repensar suas estratégias, deixando de lado velhos padrões e premissas desatualizadas. A busca de sinergia entre as medidas e os sistemas a serem incorporados devem passar pelo crivo de simuladores computacionais que projetam o desempenho esperado. “A mudança de paradigma é entender o comportamento do edifício: quais medidas, sistemas, fachadas e áreas contribuem (com qual porcentagem) para o melhor desempenho. É uma abordagem nova e desafiadora para todos os profissionais. As decisões projetuais passam a ser definidas pelo resultado esperado, compreendida sua importância para o usuário ou cliente. O sucesso de um empreendimento passa a ser mensurado não só por seu conceito e impacto na paisagem, mas principalmente, pelo quanto ele contribui para minorar o impacto ao meio ambiente e reduzir o custo de operação”, expõe Pinheiro.

ECONOMIA X TIPOLOGIA DA EDIFICAÇÃO

As possibilidades de redução do consumo de água e energia variam em relação à tipologia da edificação. Straub lembra que a operação de um edifício residencial é diferente da de uma indústria que opera 24 horas por dia ou de um edifício comercial ou hospital. “Cada edificação e tipologia devem ser estudadas durante o projeto ou na fase de operação, para identificar pontos de melhoria, implementar estratégias e fazer o monitoramento dos consumos energético e hídrico”, recomenda.

Já Pinheiro comenta que em edifícios verticais com grande metragem, mas pouca área de cobertura, podem ser inviáveis a coleta suficiente de água pluvial e a instalação de geração de energia renovável, por exemplo, ao contrário de construções de menor porte ou com grande área de telhado.

Para que a construção seja eficiente, ela deve alinhar o processo, o modelo e a sustentabilidade. Idealmente, o processo deve adotar o Integrated Project Delivery(IPD) ou Desenvolvimento Integrado de Empreendimentos

Eduardo Straub

“Outro aspecto influenciador importante é a demanda por sistemas mecânicos e luminotécnicos em escritórios, que permitem maior redução do consumo atrelado ao uso de equipamentos eficientes em layouts simulados e sistemas automatizados. Com isso, as reduções são expressivas, podendo atingir 70% se comparadas a um edifício padrão”, exemplifica a arquiteta.

Com a mesma lógica, é possível obter resultados interessantes na redução do consumo de água em empreendimentos com grande demanda, como hotéis, hospitais e indústrias. Neles, é possível coletar, tratar e aproveitar a água pluvial, além de metais e louças de baixo consumo.

Por fim, de acordo com Pinheiro, algumas tipologias que aliam a eficiência energética de seus sistemas à geração de energia fotovoltaica conseguem redução total do consumo de energia. São os chamados edifícios autossuficientes.”

Para saber mais acesse a matéria completa.

Residência HLC é Segunda Colocada no 5° Prêmio Saint-Gobain de Arquitetura – Habitat Sustentável

Na na noite da última quinta-feira aconteceu entrega da maior premiação de arquitetura sustentável do Brasil – O 5° Prêmio Saint-Gobain de Arquitetura – Habitat Sustentável. 

A Residência HLC que foi certificada no ano passado pelo GBC Brasil Casa, nível Ouro e contou com a consultoria em sustentabilidade da StraubJunqueira ficou na segunda colocação na categoria Profissional – Edificação Residencial.

“O prêmio promovido pelo Grupo Saint-Gobain, com o apoio do suas empresas Brasilit, Cebrace, Isover, PAM, Placo e Weber, incentiva e fomenta o uso de tecnologias, processos e a correta especificação de produtos na Construção Civil brasileira em prol do conforto, inovação e sustentabilidade.

Em sua 5ª edição, consolida seu propósito na busca de projetos que apresentem aspectos do conforto, soluções inovadoras e ao mesmo tempo preservem o meio ambiente e promovam a sustentabilidade da construção civil brasileira, e tem por objetivos:

– reconhecer e premiar projetos de arquitetura em desenvolvimento ou já edificados, que se destacaram na proposição de soluções para o conforto do ambiente, inovação e sustentabilidade da obra.

– mobilizar profissionais e estudantes que acreditam que a construção civil exerce significativa contribuição para a sustentabilidade do setor e bem-estar dos usuários; e

– incentivar o uso de tecnologias, processos e a correta especificação de produtos e processos para o conforto do ambiente, inovação e sustentabilidade na construção civil brasileira.”

O projeto da Residência HLC, que foi destaque em matéria do Jornal Nacional, levou em consideração critérios de sustentabilidade desde a concepção dos projetos, utilizando a metodologia de Avaliação de Ciclo de Vida. Adotou preocupações como redução no consumo de água, eficiência energética, uso de materiais ambientalmente preferíveis e garantia da saúde, conforto e bem-estar dos moradores ao controlar a umidade dos ambientes, controlar partículas contaminantes e utilizar exaustão em ambientes que não possuam ventilação natural.

A StraubJunqueira parabeniza todos os envolvidos, em especial ao casal Henrique e Luciana Cury, os arquitetos Kika Camasmie e Jorge Elmor e o Henrique da E-tool.

Conheça todos os vencedores.

Para saber mais sobre esse projeto, leia na integra a matéria, ou assista nosso webinar!

Até a próxima!

Abs. Equipe StraubJunqueira

Chamada Pública Procel Edifica​ 2018​

A Eletrobras, por meio do Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel), lançou a chamada pública na área de eficiência energética em edificações, para seleção de beneficiários que receberão serviços executados através de três Termos de Referência detalhados no site.

Disseminar a eficiência energética em edificações brasileiras é uma tarefa que compete a todos nós. Por isso, a StraubJunqueira convida todas as construtoras, incorporadoras, empresas de facilities e administradoras prediais a se inscreverem no processo de seleção de beneficiários.

As inscrições estão abertas​ e vão até 2 de abril de 2018, às 17h (horário de Brasília)​​. ​Conheça os objetivos relacionados a cada Termo de Referência, identifique em qual deles pretende participar como beneficiário e inscreva-se na chamada pública:​​

O objetivo é selecionar  empresas em todo o território nacional, para receberem capacitação, consultoria e assessoria para projeto e operação de edifícios de alta eficiência. Também estão sendo selecionadas empresas e instituições, públicas ou privadas, para receberem treinamento, consultoria e projeto de retrofit de coberturas, visando a instalação de mini/micro usinas fotovoltaicas e a promoção da eficiência energética do edifício.

O segmento de edificações é responsável por aproximadamente 50% do total da energia elétrica consumida no país, por isso as ações do Procel Edifica, e consequentemente de sua Chamada Pública, consideram três pilares importantes para a eficientização do setor: o potencial de eficientização energética para novos projetos de edificações; o potencial de eficientização da operação de edificações existentes; e a aplicação da geração distribuída associada à eficiência energética.

Para mais informações sobre o Edital da Chamada Pública, acesse: http://www.eletrobras.com/chamadapublicaedifica

Dúvidas poderão ser respondidas no e-mail cpedifica2018@eletrobras.com

NÃO DEIXE PARA A ÚLTIMA HORA e SUCESSO À TODAS AS EMPRESAS!

Abs.

Equipe StraubJunqueira

Webinar: QUALIDADE DO AR INTERIOR: O Olhar das Certificações LEED e WELL sobre os Impactos na Saúde

Quarta-Feira, 28 de Março de 2018 | 14h – Horário de Brasília
A StraubJunqueira em parceria com a UL Environment irão promover uma palestra online e gratuita sobre a Qualidade do Ar Interior: Olhar das Certificações LEED e WELL sobre os Impactos na Saúde. E você é nosso convidado!

O objetivo do evento é mostrar a importância da qualidade do ar de ambientes internos, os impactos na saúde e a relação com as certificações LEED e WELL. Os principais pontos a serem abordados no webinar serão:

  • Principais causas da poluição do ar de ambientes internos
  • Como evitar a poluição em ambientes internos
  • Regulamentos e normas aplicáveis
  • Certificação de produtos e ensaios de emissões químicas aplicáveis
  • Aplicação nas certificações LEED e WELL

Faça sua inscrição e garanta sua presença através do Link. Próximo a data do evento você irá receber no e-mail cadastrado o link de acesso ao vivo. A palestra tem duração prevista de 45 minutos e mais uma rodada de perguntas de 15 minutos.

Esperamos você!

Atenciosamente,

Equipes StraubJunqueira & UL Environment

2018 – O ano da Experiência dos Funcionários

Começamos o ano com uma ótima notícia; 2018 foi eleito pela Forbes “O ano da experiência dos funcionários”!

De acordo com um estudo de Jacob Morgan, autor de “The Employee Experience Advantage” e detalhado na matéria da Forbes, as empresas que investiram em Experiência dos Funcionários nos últimos anos tiveram mais de 4 vezes o lucro médio e mais de 2 vezes a receita média. Essas empresas também eram quase 25% menores, o que sugere maiores níveis de produtividade e inovação “.

Jacob identificou três áreas mais importantes para os funcionários: cultural, tecnológica e física. Quando entrevistados, executivos dessas grandes empresas disseram que seus investimentos nessas três áreas de experiência levaram não só a funcionários mais felizes, mas também a maior identificação de talentos, maior rentabilidade e produtividade.

Ou seja; investir em experiência dos funcionários pode aumentar não apenas a satisfação, a produtividade e a retenção, mas também o patrimônio da marca, a vantagem competitiva, e gerar um crescimento sustentável. Saiba mais em nosso e-book.

Confira no quadro abaixo os fatores que contribuem para uma experiência positiva dos funcionários

Fonte: https://goo.gl/onSGoK

A StraubJunqueira se orgulha de estar investindo em ambientes de trabalho positivos e contribuindo para melhorar os resultados de experiência dos funcionários em empresas nacionais e multinacionais com sede no Brasil. Somos responsáveis pela 1 Certificação WELL do Brasil e América Latina, além de responsáveis por outros processos de certificação e estudos de diagnóstico e adaptação da Certificação às empresas.

Para ler a matéria completa acesse: https://goo.gl/hYHYuL

Marcetex entre os 3 primeiros colocados no prêmio PINI 2017

Na última sexta feira, (06/12) a Marcetex teve a honra de participar da 23• Prêmio Pini, na FIESP, que reuniu executivos, empresários, formadores de opinião e autoridades setoriais da construção civil.

No final de 2016, pensando na importância de incorporar a sustentabilidade em seus produtos, com seriedade nas ações, a Marcetex procurou a StraubJunqueira – consultoria em sustentabilidade – afim de realizar um diagnóstico para entender melhor a sustentabilidade em seus produtos, o que resultou na elaboração de uma Declaração de Sustentabilidade de Produto.

O diagnóstico possibilitou uma melhoria na atuação ambiental da Marcetex, potencializando as ações que já haviam sendo praticadas – realçando as certificações vigentes na empresa – e fundamentando as estratégias futuras em relação a sustentabilidade como novas certificações, novos relatórios, gestão de qualidade, entre outros.

Inscrita para concorrer ao Prêmio Iniciativa Setorial de Destaque – categoria que objetiva reconhecimento de ações de impacto para o desenvolvimento setorial – a Marcetex figurou entre os três primeiros colocados, reforçando o entendimento de estão no caminho certo!

Bandeira vermelha: é hora de gerar sua própria energia!

Bandeira vermelha: é hora de gerar sua própria energia!

Por Arq. Danielle Garcia

O mais recente anúncio da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), publicado no dia 24 de outubro de 2017, foi sobre a proposta para os novos valores das bandeiras tarifárias de energia, que são taxas extras cobradas a partir do momento que os custos na geração de energia aumentam. A partir de novembro, o patamar 2 da bandeira vermelha, que é a maior taxa em vigor, passará de R$3,50 para R$5,00 a cada 100 kWh consumidos. Por outro lado, o patamar 1 da mesma bandeira continua em R$3,00 e a bandeira amarela cai de R$2,00 para R$1,00. Curioso, pois nas vésperas do verão, onde o consumo aumenta de forma significativa devido ao intenso uso de aparelhos de ar condicionado, eu me pergunto qual será a bandeira utilizada nos próximos meses… Precisa responder?

Quando usinas térmicas mais caras têm que ser usadas para garantir o suprimento de energia para o país e não haver risco de racionamento, são acionadas as bandeiras tarifárias amarela e vermelha, que significam um adicional na tarifa de energia dos consumidores. Para termos uma ideia, a energia proveniente das termelétricas é seis vezes mais cara que a energia proveniente das hidrelétricas.

Outra novidade é que além da expectativa das chuvas e do custo da geração na termelétrica, a partir de agora, também serão levados em consideração para os gatilhos, os níveis dos reservatórios. Considerando os níveis criticamente baixos dos reservatórios das hidrelétricas, é provável que as bandeiras tarifárias sejam acionadas com mais frequência, aumentando a conta de energia do consumidor final.

Por isso, mais do que nunca, é preciso estarmos atentos ao direito que temos de produzir nossa própria energia. Desde 2016, a ANEEL através da REN 687/15, permite que qualquer consumidor gere sua própria energia, seja em seu telhado ou terreno, seja por geração remota. Isso quer dizer que, instalando um sistema fotovoltaico, por exemplo, o consumidor tem potencial para produzir a energia que consome, conquistar independência da concessionária que o atende e, melhor, ter liberdade em relação aos aumentos constantes da tarifa e suas bandeiras. Um estudo de viabilidade para cada caso levará em consideração algumas variáveis como área disponível, orientação solar, sombreamentos, etc. Empresas especializadas do setor, na maioria das vezes, realizam esses estudos sem custo inicial.

Apesar da matriz energética brasileira mostrar que a energia fotovoltaica representa menos de 0,02%, o mercado de energia fotovoltaica no Brasil tem crescido rapidamente. Uma prova disso é que o preço de um sistema reduziu cerca de 30% neste ano e o payback desse investimento já gira em torno de 5 anos. Considerando a durabilidade das placas, de 25 anos, é possível ter energia barata durante bastante tempo. Uma energia limpa e de fonte gratuita, em um país com um potencial enorme para geração.

Segundo o Atlas Brasileiro de Energia Solar, o país recebe mais de 3 mil horas de luz do sol ao ano, o que corresponde a uma incidência solar diária de até 6.300 Wh/m². Na Alemanha, líder mundial em energia solar, a incidência de luz solar cai 40% em sua região de maior potencial quando comparado ao Brasil.

A Resenha Energética Brasileira de 2017 mostra que 85,8% dos consumidores de energia elétrica no Brasil são residenciais. Estamos falando de cerca de 6 milhões de telhados com alto potencial de geração de energia.

Por outro lado, somente três em cada dez brasileiros sabe que é possível gerar sua própria energia em casa através de fontes renováveis. Então, vamos compartilhar! Sem entrarmos no mérito ambiental, apesar de que isso me motiva muito, vamos ficar atentos à oportunidade real que temos de economia doméstica. Simples assim! 

Texto escrito pela Arquiteta Danielle Garcia, originalmente publicado em: https://goo.gl/6HPAeQ

Palestra SJ – LEED no Brasil e o futuro sustentável das construções

No dia 08/11 a Arq. Luiza Junqueira estará no Instituto de Engenharia ministrando uma palestra sobre certificações ambientais e em especial a Certificação LEED, presente no Brasil desde 2007.

Será apresentado os últimos dados de mercado das construções sustentáveis, que já representam hoje 10% do PIB da Construção Civil, e abordado as diferentes certificações ambientais e suas aplicações, em especial a Certificação LEED. Trata-se do sistema de Certificação mais utilizado no Brasil e no mundo, presente em 150 países e territórios
Será abordado também sua aplicabilidade nos diversos setores, dificuldades, benefícios e novas tendências.

A inscrição é gratuita, não perca!

Onde: Instituto de Engenharia – Av. Dr. Dante Pazzanese, 120 – Vila Mariana – São Paulo/SP

Quando: 08/11 as 19h30

Para saber mais e se inscrever, acesse o Link.

A Metamorfose das Organizações (Crônicas de Um Mundo Sustentável) – Capítulo 3

Capítulo III – O Surgimento do Imago

As certificações são enormes navios “quebra-gelo” passando por trechos marítimos completamente congelados. Esses navios são essenciais para que outros possam vir atrás sem correrem o risco de afundar. Geralmente é isso o que digo quando me questionam sobre a importância das certificações. E voltando um pouco para os meus tempos de FGV, quando terminei o MBA fiquei tentando assimilar tudo o que eu tinha visto e aprendido ao longo daqueles anos. Basicamente, estudamos como a sustentabilidade pode e deve ser incorporada na nossa atuação pessoal e profissional, de como são importantes as políticas públicas e empresariais, de ter uma boa governança, ser transparente, ter valores, de saber nossas responsabilidades, de agirmos com ética e compreender, um pouco mais, o real significado da palavra liberdade. Liberdade nada mais é do que termos uma sociedade mais justa, uma sociedade que proporcione uma base mais igualitária para darmos o direito de escolha para que o indivíduo possa ser quem realmente ele deseja ser. Dentro de tudo isso, podemos entender que o desenvolvimento sustentável só existe de fato quando nós (sociedade, indivíduo, organizações e governo) pensamos e agimos dentro dos pilares da sustentabilidade. Temos que transformar a nós mesmos e o meio à nossa volta.

Na figura abaixo tento transcrever isso mostrando os ambientes interno e externo. O interno seria, por exemplo, a organização, o indivíduo. O externo é a cadeia que faz parte daquela organização ou indivíduo. A questão é que se trilharmos sozinhos o caminho para o desenvolvimento sustentável, podemos nos decepcionar ao chegar lá e perceber que ninguém mais veio. Por isso é importantíssimo o compartilhamento do conhecimento, da aprendizagem, dos erros e acertos ao longo do percurso.

Figura – Modelo de Sustentabilidade e Desenvolvimento Sustentável. STRAUB, 2014.

Comparando a Interface com a Marcetex, o despertar da Marcetex para a sustentabilidade aconteceu em 2016, 22 anos após o despertar da Interface, 10 anos após o anúncio do programa “Missão Zero” e 4 anos antes do atendimento de todas as suas metas. No entanto, a Marcetex ainda é uma das empresas pioneiras no Brasil quando o assunto é sustentabilidade. Como uma lagarta que prepara sua metamorfose, a Marcetex deu um importante passo.

Abraços e até a próxima.

Obs. Não deixe de comentar!

Texto escrito por:

 

Eduardo Straub, WELL AP e LEED AP BD+C, Sócio-Proprietário da StraubJunqueira (Consultoria Especializada em Construção Sustentável e Qualidade de Vida, Saúde e Bem-Estar), empresa membro do GBC Brasil.

Veja os outros capítulos:

Texto originalmente escrito no Blog do GBC Brasil